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Autoridades municipais se reúnem para discutir estratégias de combate ao Aedes aegypti

Por: Raí Silva Júnior

Na manhã desta terça-feira, 22 de fevereiro, diversas pastas importantes do município se reuniram na sede do Conselho Municipal de Saúde para debater medidas eficazes no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya.

Entre os participantes estavam representantes da Secretaria de Saúde, Defesa Civil, Associação de Proteção Ambiental e Combate ao Mosquito (APACS), Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Secretaria de Serviços Públicos, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria de Educação, entre outras.

A pauta central da reunião foi a discussão sobre as ações a serem adotadas para o combate efetivo do Aedes aegypti, bem como medidas preventivas para evitar sua disseminação. Conscientes da gravidade das doenças transmitidas pelo mosquito e da importância de uma atuação conjunta, as autoridades presentes compartilharam informações e experiências, visando maximizar os resultados das ações de controle.

Além disso, durante o encontro, ficou estabelecida a reativação do Comitê de Intersetorial criado em 2022 pelo prefeito Gil Paraibano, através do decreto 42/2022, uma iniciativa que visa fortalecer a coordenação das atividades de controle e monitoramento do mosquito no município, implementando medidas eficazes e promovendo a conscientização da população sobre a importância de prevenir a proliferação do vetor.

De acordo com o Coordenador da Vigilância Epidemiológica de Picos, Robsoncley Viana, o enfrentamento do Aedes aegypti requer uma abordagem abrangente e coordenada, envolvendo não apenas as autoridades públicas, mas também a participação ativa da comunidade. É fundamental que cada cidadão faça a sua parte, adotando medidas simples, como eliminar recipientes que possam acumular água parada em suas residências e contribuindo para a conscientização sobre a importância da prevenção. Somente com esforços conjuntos e uma atuação solidária será possível vencer essa batalha contra o mosquito transmissor de doenças tão graves.

“A gente já saiu com algumas propostas de ações, como: ações de educação em saúde nas escolas municipais, com o intuito de transformar os alunos em agentes de informações e transformação de comportamentos da realidade onde se encontram. Não só em relação ao combate ao mosquito como a questão dos resíduos urbanos. Inspeções em borracharias e pontos focais onde há tendência de surgimentos de focos do mosquito e Mapeamento de áreas de risco”, destaca o coordenador.

CCOM-PMP