Os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino de Picos ganharam um importante reforço histórico e cultural em suas salas de aula. Começou a ser distribuído nas escolas o livro didático “Picos: Cidade da Gente”, de autoria do professor e historiador picoense Higo Meneses. A obra, que passa a integrar oficialmente a grade curricular do município, foi planejada pelo educador para aproximar as crianças das raízes de sua terra natal.
O trabalho desenvolvido pelo professor Higo Meneses foca na consolidação da educação contextualizada e na valorização da história local. Por meio do livro, o historiador buscou abrir um canal direto para que as crianças tenham contato com as origens, tradições, patrimônios e os personagens que moldaram a construção histórica e cultural de Picos.
Para Meneses, levar a história regional para dentro do ambiente escolar é um ato de formação cidadã:
“A presença da história regional dentro da sala de aula contribui diretamente para a formação cidadã das novas gerações, fortalecendo a identidade cultural e o reconhecimento da importância do município na vida dos alunos”, destaca o autor.
Linguagem lúdica e alto padrão pedagógico
Pensando no público infantil, o professor Higo Meneses estruturou o material com uma linguagem acessível, lúdica e estritamente pedagógica. O livro se destaca pela interatividade, contando com ícones que “conversam” com os estudantes ao longo das páginas, além de um vasto acervo de imagens e atividades práticas criadas pelo autor para despertar o sentimento de pertencimento e incentivar a preservação da memória da cidade.
O cuidado do historiador com a obra também se reflete na qualidade técnica do material impresso, que conta com capa cartonada em alto relevo, garantindo durabilidade para o manuseio diário dos alunos.
Com o início da distribuição nas escolas, o trabalho pedagógico do professor Higo Meneses começa a dar frutos, convidando estudantes e educadores a mergulharem na história local com um chamado claro: o de despertar, desde a infância, a orgulhosa “picoensidade”.